Responda com sinceridade. Este questionário é apenas um guia inicial para você refletir sobre como tem se sentido.
Importante: Apenas um(a) profissional de saúde pode fazer um diagnóstico.
Cuidar de si é um ato de amor próprio.
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Por que contar com apoio médico no emagrecimento?
Muitas pessoas tentam emagrecer sozinhas e acabam desistindo no caminho, seja pela falta de orientação ou por não saberem exatamente o que funciona para o seu corpo. É aqui que entra a importância do acompanhamento com nossa endocrinologista:
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O que são fobias
A fobia é um medo intenso, persistente e desproporcional diante de uma situação, objeto ou ambiente específico. Diferente do medo comum — que é uma reação natural de autoproteção —, a fobia atrapalha a rotina, gera sofrimento e pode limitar comportamentos.
De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), as fobias fazem parte dos transtornos de ansiedade e envolvem medos que vão muito além de um desconforto passageiro.
Tipos de fobias
Existem vários tipos de fobia, classificados de acordo com o estímulo que causa medo. Entre os mais comuns estão:
Além dessas, há diversas outras que podem afetar desde situações cotidianas até interações sociais e profissionais.
Sintomas
Os sintomas das fobias podem ser emocionais e físicos.
Sintomas emocionais:
Sintomas físicos:
Possíveis causas
As fobias podem ter várias origens, como:
Diagnóstico
O diagnóstico deve ser feito por psicólogo ou psiquiatra, com base em entrevista clínica e critérios específicos definidos em manuais como o DSM-5. Esse processo ajuda a diferenciar a fobia de outros transtornos, como ansiedade generalizada ou transtorno de pânico.
Tratamentos
As fobias têm tratamento e, com acompanhamento adequado, é possível recuperar qualidade de vida. Os principais métodos são:
Quando procurar ajuda?
É hora de buscar atendimento quando:
MPO Saúde: apoio para o cuidado da sua saúde mental
Se você sente que uma fobia está atrapalhando sua vida, saiba que não precisa enfrentar isso sozinho. A MPO Saúde conecta você a psicólogos e psiquiatras qualificados, oferecendo consultas online de forma prática, segura e acessível.
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Fontes de referência
Pesquisas recentes apontam que um sintoma frequentemente negligenciado — a insônia crônica — pode servir como alerta importante para quadros de depressão, muito antes de outros sinais mais evidentes, como tristeza ou isolamento social. Estudo do Instituto do Sono, por exemplo, identificou que distúrbios persistentes no sono não se limitam a serem consequências da depressão: eles podem integrar o quadro depressivo desde cedo. Agência Brasil
O que as pesquisas descobriramDetectar a insônia crônica como parte do quadro depressivo pode permitir:
TEA Autismo Saúde
Transtorno do Espectro Autista (TEA) não é uma condição única, mas um conjunto de formas de manifestação que variam amplamente entre as pessoas. Os níveis de suporte — definidos pelo DSM-5 — são úteis para planejar apoio e intervenções sem reduzir a pessoa a um rótulo.
O que são os níveis de suporte?
O DSM-5 apresenta três níveis, com base no grau de apoio necessário:
Nível 1: dificuldades sutis na interação social e na flexibilidade comportamental.
Nível 2: déficits mais evidentes na comunicação e na adaptação.
Nível 3: deficiências marcantes em comunicação e comportamentos repetitivos intensos.
Observação: os níveis servem como ferramenta clínica e não devem ser usados para limitar expectativas.
| Nível | Características | Suporte |
|---|---|---|
| Nível 1 | Dificuldades sutis; mais autonomia. | Leve, ocasional. |
| Nível 2 | Interação social mais afetada. | Substancial e frequente. |
| Nível 3 | Deficiências graves e intensas. | Contínuo. |
Compreender os níveis de suporte permite personalizar intervenções e promover inclusão. Mais importante do que classificar é ouvir a pessoa autista e sua família.
O Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) é uma condição caracterizada por comportamentos persistentes de desobediência, desafio e irritabilidade em crianças e adolescentes. Embora atitudes de rebeldia e teimosia possam fazer parte do desenvolvimento infantil, o TOD se diferencia pela intensidade, frequência e impacto desses comportamentos no convívio social, familiar e escolar.
Principais sinais e sintomas
Entre os sintomas mais comuns, estão:
Para que seja considerado um quadro de TOD, esses sinais precisam estar presentes de forma persistente por pelo menos seis meses e em diferentes ambientes (casa, escola, convívio social).
Diagnóstico e diferenciação
O diagnóstico deve ser realizado por profissionais especializados, como psicólogos ou psiquiatras infantis, levando em conta relatos de familiares, professores e observações clínicas. É importante diferenciar o TOD de outras condições que podem apresentar sintomas semelhantes, como TDAH, ansiedade ou depressão.
Possíveis causas
Ainda não existe uma causa única para o transtorno, mas fatores genéticos, neurológicos e ambientais podem contribuir. Conflitos familiares frequentes, falta de limites claros e histórico de transtornos comportamentais na família podem aumentar o risco.
Tratamento e acompanhamento
O tratamento geralmente envolve:
Prognóstico
Com o tratamento adequado e apoio da família, a maioria das crianças com TOD apresenta melhora significativa na qualidade de vida, no desempenho escolar e no convívio social.
Fontes e referências
A saúde sexual é uma parte fundamental do bem-estar físico e emocional do homem. No entanto, muitas vezes, dificuldades como a disfunção erétil são ignoradas, silenciadas ou tratadas com vergonha — mesmo sendo bastante comuns e, na maioria dos casos, tratáveis.
Este questionário foi criado como uma ferramenta de autoavaliação rápida e discreta, que pode ajudá-lo a perceber sinais precoces de alterações na função sexual. Ao responder, você poderá refletir sobre aspectos da sua vida íntima que talvez estejam passando despercebidos no dia a dia.
Responda com sinceridade. O teste é confidencial e não substitui uma consulta médica.
Antes de começarmos…
Você já se pegou dizendo frases como:
"Nossa, eu esqueço tudo!"
"Meu cérebro tem mil abas abertas!"
"Preciso de caos e café pra funcionar!"
Então… pode ser só o mundo moderno mesmo. Ou talvez não.
Esse quiz foi criado pra te ajudar a identificar possíveis traços de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) de um jeito leve, divertido e sem pressão.
🔎 Importante:
Isso não é um diagnóstico, e sim uma forma de aumentar sua consciência sobre como você funciona — no foco, na organização, na atenção, na impulsividade (ou falta dela). Se você se identificar muito, o próximo passo é simples: buscar avaliação com um psicólogo ou psiquiatra.
Responda com sinceridade. Este questionário é apenas um guia inicial para você refletir sobre como tem se sentido.
Importante: Apenas um(a) profissional de saúde pode fazer um diagnóstico.
Você já se pegou pensando:
• "Comi demais, preciso compensar."
• "Não posso engordar, preciso controlar tudo que como."
• "Sinto culpa ou vergonha depois de comer."
Se essas frases soam familiares, vale a pena dar uma olhada nisso.
Os transtornos alimentares não têm "cara".
Aparecem em pessoas de todos os corpos, idades, gêneros e estilos de vida.
São só algumas perguntas com ilustrações que vão te ajudar a entender como anda sua relação com a alimentação, o corpo e as emoções.
Você já se sentiu no topo do mundo pela manhã e no fundo do poço à noite, sem motivo claro?
Ou passa por fases onde está super animado(a), acelerado(a), dormindo pouco — e depois entra numa tristeza profunda?
🧠💬 Esse pode ser só o estresse...
Mas também pode ser algo mais sério — e tratável: a Transtorno Bipolar de Humor.
Responda com sinceridade. Este questionário é apenas um guia inicial para você refletir sobre como tem se sentido.
Importante: Apenas um(a) profissional de saúde pode fazer um diagnóstico.
Não é mais segredo que o uso excessivo das redes sociais tem um impacto direto na saúde mental das pessoas. Vivemos em um mundo hiperconectado, imersos em um turbilhão de mensagens e conteúdos constantes que muitas vezes são gatilhos para ansiedade, depressão e comparação. No entanto, é possível encontrar um equilíbrio saudável para utilizar essas plataformas de forma consciente e benéfica para nossa saúde.
As redes sociais têm seu lado positivo, permitindo a conexão entre pessoas de diferentes partes do mundo e a disseminação rápida de informações relevantes. No entanto, quando o uso se torna excessivo, pode levar a problemas de saúde mental, como depressão, ansiedade, problemas de sono e dependência digital.
Hiperconectividade e Transtornos MentaisO ambiente virtual pode desencadear transtornos mentais se não for administrado adequadamente. A comparação social, exposição a notícias negativas e a síndrome do FOMO são alguns dos gatilhos para esses problemas. A comparação constante com a vida aparentemente perfeita dos outros pode levar a sentimentos de inadequação e ansiedade.
Sinais de que as Redes Sociais estão Atrapalhando sua VidaFicar constantemente conectado, checar as redes sociais infinitas vezes ao dia, sentir-se excluído quando não está online e ter dificuldade de concentração são sinais de que as redes sociais estão interferindo negativamente em sua vida. Além disso, preocupar-se excessivamente com a aprovação dos outros e ter problemas de sono também são indicadores de um uso problemático das redes sociais.
Dicas para Usar as Redes Sociais com EquilíbrioNão é necessário eliminar completamente as redes sociais de sua vida, mas sim utilizá-las de forma consciente. Algumas dicas incluem fazer uma limpeza de seguidores, estabelecer limites de tempo de uso, praticar hobbies offline e focar nas relações presenciais. Ter senso crítico em relação ao conteúdo compartilhado e buscar ajuda profissional, como a terapia, também são medidas importantes para manter um equilíbrio saudável no uso das redes sociais.
Em suma, encontrar um equilíbrio saudável no uso das redes sociais é essencial para preservar nossa saúde mental em um mundo cada vez mais digitalizado. É importante reconhecer os sinais de um uso problemático e adotar medidas para promover um relacionamento saudável com essas plataformas.
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Atualmente, a telemedicina é uma prática cada vez mais comum em diversos serviços de saúde, e isso não é sem razão. As soluções de medicina a distância têm democratizado o acesso à assistência de qualidade, eliminando a necessidade de deslocamentos e oferecendo um atendimento mais conveniente e eficiente. Neste artigo, vamos explorar as funcionalidades e benefícios da telemedicina, bem como seu impacto positivo no setor de saúde.
O Que é Telemedicina?
A telemedicina é a prática de fornecer cuidados médicos à distância, utilizando tecnologias digitais. Isso inclui consultas, diagnósticos, monitoramento e até mesmo cirurgias realizadas com o auxílio de tecnologia remota. Com a telemedicina, é possível conectar pacientes, médicos e outros profissionais de saúde por meio de plataformas online, proporcionando um acesso mais fácil e eficiente aos serviços de saúde.
Telemedicina: Uma Definição pelo CFMSegundo a Resolução CFM 2.314/2022, a telemedicina é definida como o exercício da medicina mediado por Tecnologias Digitais, de Informação e de Comunicação (TDICs), com o objetivo de fornecer assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e promoção da saúde. Essa definição abrange uma ampla gama de serviços, incluindo teleconsulta, teleconsultoria, teleinterconsulta, telediagnóstico, telecirurgia, televigilância e teletriagem.
Diferença entre Telemedicina, Telessaúde e e-SaúdeEmbora os termos telemedicina, telessaúde e e-Saúde sejam frequentemente usados de forma intercambiável, cada um deles tem suas próprias nuances. Enquanto a telemedicina se concentra especificamente na prestação de serviços médicos à distância, a telessaúde abrange uma gama mais ampla de serviços de saúde, incluindo educação, pesquisa e gestão. Já a e-Saúde refere-se ao uso de tecnologia digital para melhorar a qualidade e o acesso aos serviços de saúde de maneira geral.
Importância da TelemedicinaA telemedicina desempenha um papel crucial na melhoria dos processos de saúde, reduzindo custos, tempo e riscos associados aos cuidados tradicionais. Ela elimina as barreiras geográficas, permitindo que pacientes de áreas remotas tenham acesso a serviços médicos de qualidade. Além disso, facilita a colaboração entre profissionais de saúde de diferentes especialidades, promovendo um atendimento mais integrado e eficaz.
Como Funciona a TelemedicinaA telemedicina funciona por meio de uma combinação de equipamentos digitais, softwares e internet. Os pacientes podem receber atendimento médico online por meio de computadores, tablets ou smartphones conectados à web. Os médicos, por sua vez, podem acessar plataformas de telemedicina para realizar consultas, interpretar exames, prescrever tratamentos e interagir com os pacientes de forma remota. Todo o processo é rápido, seguro e conveniente para ambas as partes envolvidas.
Plataforma de Telemedicina: O Coração da PráticaUma plataforma de telemedicina é essencial para o funcionamento eficiente desse tipo de prática. Ela permite o compartilhamento seguro de informações médicas, o armazenamento de dados em nuvem e a realização de consultas virtuais em tempo real. Além disso, oferece recursos avançados, como videoconferência, prontuário eletrônico e prescrição digital, garantindo uma experiência completa e integrada para pacientes e profissionais de saúde.
Teleconsulta: Uma Nova Forma de AtendimentoA teleconsulta é uma das principais modalidades de telemedicina, permitindo que médicos e pacientes se comuniquem remotamente por meio de videoconferência. Durante a consulta, o médico pode realizar exames, fazer diagnósticos, prescrever tratamentos e fornecer orientações, tudo sem a necessidade de um encontro presencial. Essa abordagem oferece conveniência, acessibilidade e eficiência para todos os envolvidos.
Durante dois anos após o início da maior emergência de saúde pública do século, ainda estamos enfrentando desafios significativos na formulação de políticas públicas voltadas para os impactos na saúde mental causados pela pandemia.
Impacto da Pandemia na Saúde Mental: Um Alerta GlobalA prevalência global de ansiedade e depressão aumentou em 25% no primeiro ano da pandemia de covid-19, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa estatística alarmante não apenas dominou as manchetes, mas também destacou uma questão crucial: como os países estão lidando com as consequências de longo prazo para a saúde mental de suas populações?
Desafios Durante a Pandemia
Durante o auge da pandemia, sentimentos de medo, incerteza e desesperança se espalharam pelo mundo. Estudos realizados, como o da Universidade Federal Rio Grande Sul (UFRGS), revelaram que uma parcela significativa da população brasileira experimentou aumento da ansiedade e sintomas depressivos.
Impacto Pós-Pandemia
Embora a covid-19 ainda não tenha sido erradicada, começamos a enfrentar os desafios do que pode ser considerado um período pós-pandêmico. Além das implicações econômicas e sociais, o aumento dos transtornos mentais tornou-se uma realidade global.
Perfil dos Mais Afetados
Jovens e mulheres foram particularmente afetados pelas consequências psicológicas da pandemia. Além disso, indivíduos com condições de saúde pré-existentes enfrentaram maior risco de desenvolver transtornos mentais.
Contexto Socioeconômico
O contexto socioeconômico desempenha um papel crucial no impacto da pandemia na saúde mental. Países com recursos limitados enfrentam desafios adicionais na prestação de apoio psicológico adequado à população.
Iniciativas no Brasil
No Brasil, várias instituições lançaram iniciativas para abordar as necessidades de saúde mental durante a pandemia. No entanto, ainda há uma lacuna significativa na implementação de políticas públicas específicas para enfrentar os desafios pós-pandemia.
Desafios Políticos
Apesar dos esforços em andamento, como o investimento em serviços de teleconsulta e linhas de apoio psicológico, o desenvolvimento de políticas públicas eficazes permanece um desafio.
Iniciativas Globais
Em todo o mundo, países estão buscando soluções para enfrentar a crise de saúde mental. Iniciativas, como a expansão dos serviços de saúde mental no Reino Unido e nos Estados Unidos, destacam a importância de abordagens abrangentes e multifacetadas.
Onde Encontrar Ajuda
Se você ou alguém que você conhece está enfrentando dificuldades mentais, é crucial buscar ajuda. Existem recursos disponíveis, como linhas telefônicas de apoio e serviços de atendimento psicológico, que podem oferecer suporte durante momentos difíceis.
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Cuidar de um ente querido que sofre de demência é uma jornada desafiadora, exigindo compreensão, paciência e cuidado. É crucial que os cuidadores se eduquem sobre a doença, busquem apoio e cuidem de sua própria saúde para enfrentar esse desafio com mais leveza e eficácia.
Entendendo a Demência: Uma Visão Abrangente
Demência é um termo abrangente que engloba diversos distúrbios caracterizados pelo declínio progressivo das funções cognitivas, afetando a memória, linguagem, raciocínio e comportamento. Entre os tipos mais comuns estão a doença de Alzheimer, demência vascular e formas mistas.
Identificando Sintomas de Demência: Sinais de Alerta
Os sintomas de demência variam, mas incluem frequentemente perda de memória recente, repetição de perguntas, desorientação temporal, alterações comportamentais e dificuldade para realizar atividades cotidianas. Reconhecer esses sinais é fundamental para buscar diagnóstico e tratamento precoces.
Perspectivas de Tratamento: Enfrentando os Desafios
Embora muitos tipos de demência não tenham cura, tratamentos estão disponíveis para controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Além disso, existem casos de demências tratáveis, onde identificar e tratar a causa subjacente pode reverter ou estabilizar o quadro.
Abordagens no Cuidado de Pessoas com Demência
Cuidar de um paciente com demência demanda muita dedicação e compreensão. É essencial construir uma rede de apoio, seja familiar ou profissional, para dividir responsabilidades e garantir um cuidado adequado.
Estratégias Práticas para o Cuidado Diário
Cuidando do Cuidador: Importância do Autocuidado
É fundamental que os cuidadores também cuidem de si mesmos para enfrentar os desafios do cuidado de um paciente com demência. Respeitar os próprios limites, buscar apoio emocional e reservar tempo para atividades relaxantes são medidas essenciais para prevenir a sobrecarga e promover o bem-estar do cuidador.
A esquizofrenia é uma doença mental complexa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Caracterizada por uma série de sintomas perturbadores, essa condição requer compreensão e apoio adequado para aqueles que a enfrentam.
Sintomas da Esquizofrenia: Reconhecendo os Sinais Precoces
Os sintomas da esquizofrenia podem variar amplamente de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem alucinações, delírios, pensamento desorganizado, falta de emoção e dificuldade de concentração. Identificar esses sinais precoces pode ser crucial para um diagnóstico e tratamento precoces.
Tratando a Esquizofrenia: Abordagens e Terapias Efetivas
O tratamento da esquizofrenia geralmente envolve uma combinação de medicamentos antipsicóticos, terapia psicológica e suporte social. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) e a terapia de grupo podem ajudar os pacientes a lidar com os sintomas e a desenvolver habilidades para uma vida mais funcional.
Conscientização sobre a Esquizofrenia: A Importância do Dia Mundial da Pessoa com Esquizofrenia
O Dia Mundial da Pessoa com Esquizofrenia, celebrado em [data], tem como objetivo aumentar a conscientização sobre essa condição e combater o estigma associado a ela. É uma oportunidade para educar o público sobre os desafios enfrentados por aqueles com esquizofrenia e promover a compaixão e o apoio em nossa sociedade.
Avançando na Luta contra a Esquizofrenia: Compromisso e Solidariedade
À medida que celebramos o Dia Mundial da Pessoa com Esquizofrenia, é importante lembrar que todos nós podemos desempenhar um papel na promoção da saúde mental e no apoio às pessoas que enfrentam desafios relacionados à esquizofrenia. A educação, a compaixão e a solidariedade são fundamentais para enfrentar essa doença e construir uma sociedade mais inclusiva e empática.
A Síndrome de Borderline, muitas vezes desconhecida e negligenciada, afeta cerca de 75% das mulheres e tem impactos devastadores na vida daqueles que a enfrentam diariamente.
O Enigma de Amy Winehouse: Por Trás da Fama e do Drama
A talentosa cantora Amy Winehouse, conhecida por sua voz única e suas escolhas controversas, faleceu aos 27 anos de idade, vítima de uma overdose de álcool. Porém, por trás dos holofotes e dos escândalos, Amy lutava contra um transtorno pouco compreendido: a Síndrome de Borderline.
O Que é Síndrome de Borderline?
A Síndrome de Borderline, também conhecida como Transtorno de Personalidade Limítrofe, é caracterizada por oscilações de humor, comportamentos impulsivos, distorção da autoimagem e instabilidade nos relacionamentos. Essa condição gera episódios intensos de raiva, ansiedade e depressão, tornando desafiador o estabelecimento de laços emocionais estáveis.
Desvendando o Borderline: Sinais e Sintomas
Indivíduos com Borderline frequentemente sofrem com uma autoimagem distorcida, relacionamentos turbulentos e impulsividade. Além disso, enfrentam mudanças abruptas de humor e podem recorrer à automutilação como forma de lidar com a angústia emocional.
Compreendendo os Tipos de Borderline
Embora não haja uma classificação oficial, alguns autores estudaram possíveis variações dentro do espectro do Transtorno de Personalidade Borderline.
Explorando os Fatores de Risco
As origens do Borderline estão ligadas a uma predisposição genética e a eventos traumáticos vivenciados durante a infância ou adolescência, como abandono, abuso psicológico e morte de entes queridos.
Borderline e Relacionamentos: O Desafio do Amor Intenso
Pessoas com Borderline enfrentam dificuldades em relacionamentos devido ao medo do abandono e à intensidade emocional característica do transtorno. É fundamental oferecer apoio e compreensão aos parceiros dessas pessoas.
Diagnóstico e Tratamento: Caminhos para a Recuperação
O diagnóstico preciso do Borderline é essencial para um tratamento adequado, que pode incluir psicoterapia e, em alguns casos, medicamentos. É crucial buscar ajuda profissional e promover o conhecimento sobre o transtorno.
A Importância da Conscientização: Celebridades e o Borderline em Evidência
Várias celebridades, incluindo Amy Winehouse, Lady Diana e Angelina Jolie, foram associadas ao Borderline, destacando a importância de combater o estigma e promover o entendimento sobre essa condição.
Uma em cada oito pessoas vive com alguma doença ou transtorno mental no mundo. Ansiedade e depressão são os mais comuns e representam cerca de 60% dos casos, conforme dados do último Relatório sobre Saúde Mental no Mundo, divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Impacto Econômico e Social
As consequências do adoecimento mental são diversas e abrangem desde o aumento dos gastos com saúde até a queda na produtividade econômica, devido a afastamentos do trabalho. Além disso, o suicídio, infelizmente, é responsável por mais de uma em cada 100 mortes globalmente.
Definindo Saúde Mental
Um Direito Básico
Saúde mental é um direito básico de todo indivíduo, tão importante quanto a saúde física, para o desenvolvimento pessoal e social. Refere-se ao bem-estar emocional e psicológico, capacitando a pessoa a lidar com os desafios diários, manter relacionamentos saudáveis e contribuir para a comunidade.
Complexidade e Dinamismo
A saúde mental é uma condição complexa e dinâmica ao longo da vida, influenciada por múltiplos fatores, incluindo predisposição genética, estressores ambientais e experiências de vida.
Principais Transtornos MentaisSintomas e Manifestações
A ansiedade é uma resposta natural a situações estressantes da vida, porém, pode se tornar prejudicial quando excessiva. Tremores, sudorese, taquicardia e insônia são sinais comuns de ansiedade, muitas vezes levando à busca por ajuda médica.
Ansiedade Crônica e Suas Implicações
A ansiedade crônica está associada a medo e preocupações excessivas, podendo resultar em isolamento social e sintomas semelhantes aos da depressão.
PânicoCaracterísticas e Contexto
As crises de pânico ocorrem em situações específicas, geralmente relacionadas ao medo da morte. Podem surgir em ambientes lotados ou fechados, desencadeando sintomas como falta de ar e dor no peito.
Promoção da Saúde MentalPráticas e Estratégias
Para manter a saúde mental em equilíbrio, é essencial adotar hábitos saudáveis e fortalecer os seguintes pilares:
• Exercício FísicoA prática regular de exercícios físicos promove bem-estar mental, comparável aos efeitos de certos medicamentos no tratamento da depressão e ansiedade.
• EspiritualidadeA espiritualidade, independentemente de religião, está associada a uma visão mais positiva da vida, reduzindo os níveis de estresse e depressão.
• SonoUm sono de qualidade é fundamental para a saúde mental e física, contribuindo para o equilíbrio emocional e o funcionamento cognitivo.
• Alimentação BalanceadaUma dieta equilibrada, rica em nutrientes, influencia diretamente o humor e a disposição, evitando oscilações glicêmicas que podem afetar a saúde mental.
• AutoconhecimentoA psicoterapia é uma ferramenta poderosa para lidar com traumas, estabelecer metas de vida e desenvolver estratégias de enfrentamento.
• Relações InterpessoaisO apoio social e relações positivas são fundamentais para o bem-estar emocional e a prevenção da depressão, especialmente em idades avançadas.
Busca por Ajuda ProfissionalIdentificando Sinais de Alerta
É crucial procurar ajuda profissional quando os sintomas de estresse e ansiedade interferem nas atividades diárias, causando angústia e desmotivação. Isolamento, uso abusivo de álcool, fadiga crônica e irritabilidade são indicadores de alerta.
Oferecendo Apoio
Ao perceber sinais de sofrimento em outras pessoas, é importante abordá-las com empatia e oferecer apoio, incentivando-as a buscar ajuda especializada.
A ansiedade é um sentimento caracterizado por medo, apreensão e desconforto. Em crianças, o desenvolvimento emocional influencia como esses sentimentos se manifestam. Elas podem não reconhecer seus medos como exagerados, especialmente as menores. A ansiedade torna-se patológica quando é desproporcional ao estímulo, interferindo na qualidade de vida do indivíduo.
Ansiedade Normal vs. Ansiedade Patológica
Para diferenciar a ansiedade normal da patológica, é essencial avaliar se a reação ansiosa é de curta duração e relacionada ao estímulo do momento. Transtornos ansiosos são quadros clínicos onde esses sintomas são primários, não derivados de outras condições psiquiátricas. Sintomas ansiosos também são frequentes em outros transtornos psiquiátricos, como depressão ou esquizofrenia.
Prevalência e Causas dos Transtornos Ansiosos em Crianças
Os transtornos ansiosos são comuns tanto em crianças quanto em adultos. A prevalência durante a vida é estimada em 9% a 15%. Nas crianças e adolescentes, os transtornos ansiosos mais frequentes incluem transtorno de ansiedade de separação (cerca de 4%), transtorno de ansiedade generalizada (2,7% a 4,6%) e fobias específicas (2,4% a 3,3%). A causa desses transtornos é multifatorial, incluindo fatores hereditários e ambientais.
Diagnóstico e Planejamento Terapêutico
Na avaliação desses transtornos, é crucial obter uma história detalhada sobre o início dos sintomas e possíveis fatores desencadeantes, como crises familiares ou doenças. Devem-se considerar o temperamento da criança, o tipo de apego aos pais e o estilo de cuidados paternos. O tratamento geralmente inclui uma abordagem multimodal com orientação aos pais e à criança, terapia cognitivo-comportamental, psicoterapia dinâmica, uso de psicofármacos e intervenções familiares.
Transtorno de Ansiedade de Separação
O transtorno de ansiedade de separação é caracterizado por ansiedade excessiva em relação ao afastamento dos pais ou substitutos. Crianças com esse transtorno temem que algo possa acontecer a si mesmas ou aos cuidadores, demonstrando comportamento de apego excessivo. Manifestações somáticas como dor abdominal, dor de cabeça e náuseas são comuns. O tratamento envolve a colaboração entre a escola, os pais e o terapeuta, com o retorno gradual à escola e intervenções familiares.
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
Crianças com TAG apresentam medo excessivo e irracional a diversas situações. Estão constantemente tensas e preocupadas com o julgamento de terceiros. O tratamento inclui terapia cognitivo-comportamental e, em alguns casos, uso de medicamentos como fluoxetina e buspirona. A terapia cognitivo-comportamental foca em modificar a percepção alterada sobre o ambiente e comportamento ansioso.
Fobias Específicas
Fobias específicas são medos excessivos e persistentes de objetos ou situações, como pequenos animais, escuridão ou ruídos intensos. O tratamento mais comum é a terapia comportamental, especialmente a dessensibilização progressiva, que expõe gradualmente a criança ao estímulo fóbico para extinguir a reação exagerada de medo.
Fobia Social
A fobia social em crianças é o medo persistente de situações onde se sentem expostas à avaliação de outros. Elas evitam situações sociais e podem apresentar sintomas físicos como palpitações e sudorese. O tratamento envolve procedimentos cognitivo-comportamentais para modificar pensamentos mal adaptados e exposição gradual às situações temidas.
Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)
Crianças são vulneráveis a experiências traumáticas que podem levar ao TEPT, caracterizado por alterações importantes no comportamento, como agitação e hipervigilância. O tratamento inclui terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia dinâmica breve, utilizando objetos intermediários como brinquedos ou desenhos para facilitar a comunicação.
O Núcleo de Saúde Mental discutiu, no XXII Congresso Brasileiro de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, como os traumas e outras condições psicossociais podem desencadear a compulsão alimentar e, consequentemente, levar à obesidade.
Estudo Revela a Relação entre Obesidade e Saúde Mental
Segundo um estudo divulgado pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO), 60% dos pacientes com obesidade sofrem de algum distúrbio psiquiátrico, sendo os mais comuns a depressão e a compulsão alimentar.
A nutricionista e psicóloga Thais Costa Ribeiro de Andrade, participante de uma pesquisa realizada no Hospital de Clínicas de São Paulo sobre essa interação, destaca que esses índices são alarmantes. Ela ressalta que muitas pessoas que enfrentaram adversidades na infância hoje lidam com a obesidade, evidenciando fatores como maus-tratos, abuso, negligência, entre outros.
Compreendendo a Compulsão Alimentar
A chamada "compulsão alimentar" é caracterizada pela falta de controle ao comer, podendo resultar em excesso de peso. Antes de ser submetido a uma cirurgia bariátrica e metabólica, o paciente passa por uma avaliação psicológica para identificar e tratar possíveis transtornos alimentares. É fundamental que o paciente esteja em acompanhamento psicológico e psiquiátrico adequado, incluindo o uso de medicamentos, se necessário, para ser liberado para o procedimento.
Segundo Thaís Andrade, a pessoa com compulsão alimentar muitas vezes utiliza a comida como uma forma de proteção inconsciente, buscando evitar situações de trauma ou sentimentos negativos. O tratamento pré-cirúrgico é essencial para evitar casos de recidiva de peso após a intervenção cirúrgica.
Impacto na Sexualidade
A psicóloga e sexóloga Isabel Cristina destaca que pessoas com compulsão alimentar frequentemente têm dificuldades na satisfação sexual, associada à perda do direito ao prazer. Ela explica que, quando encontram prazer em outras áreas da vida, a compulsão alimentar tende a diminuir.
Destaques do Congresso
Nesta mesa de discussão, palestraram as psicólogas Thais Costa Ribeiro de Andrade (GO), Cicero Nunes Menezes (DF) e Thaaty Burkle Hercowitz de Franca (RJ).
As recentes enchentes no Rio Grande do Sul configuram-se como uma das maiores catástrofes já registradas no estado e no país. Hospitais e unidades de saúde foram severamente afetados, comprometendo o atendimento médico em um momento crítico. Em resposta a essa emergência, a Rede de Farmácias São João tomou a iniciativa de implementar ações que visam minimizar os danos e oferecer suporte à população afetada.
Iniciativas da Rede de Farmácias São João
A Rede de Farmácias São João rapidamente mobilizou esforços para enfrentar os desafios impostos pelas enchentes. Uma das principais ações foi a parceria estabelecida com a plataforma MPO Saúde para oferecer consultas online gratuitas, garantindo atendimento médico mesmo diante da destruição das unidades de saúde físicas.
Parceria com MPO Saúde: Atendimento Online Gratuito
Nicole de Lima, coordenadora de Suporte Técnico Farmacêutico da Rede de Farmácias São João, destacou a importância da rapidez na resposta à tragédia. "Ao identificar a dimensão da tragédia no RS, buscamos parceiros para organizar uma alternativa de atendimento às vítimas das enchentes. Nos aliamos à plataforma MPO Saúde, que já possuía uma robusta estrutura de atendimento online, e realizamos a triagem inicial dos pacientes, direcionando-os ao time da plataforma para o atendimento conforme a demanda de cada um", explicou Nicole.
Impacto das Consultas Remotas
Nos 17 dias seguintes à parceria, mais de 1500 consultas remotas foram realizadas, abrangendo especialidades como clínica geral, obstetrícia, pediatria, psiquiatria e psicologia. Esse esforço conjunto entre a Rede de Farmácias São João e MPO Saúde mostrou-se essencial para atender a população em um momento de extrema necessidade.
Suporte Clínico e Emocional
Dr. Elias de Oliveira Junior, diretor médico da MPO Saúde e Meu Psiquiatra On-line, ressaltou a importância da telemedicina neste contexto. "Conseguimos atender mais de 1500 pessoas de forma gratuita, com nosso corpo clínico de mais de 100 médicos e psicólogos. A parceria com a Rede de Farmácias São João demonstrou a importância da união e solidariedade em tempos difíceis para nossa população", afirmou Dr. Elias.
Ele acrescentou que os atendimentos remotos foram fundamentais para renovar receitas, orientar sobre doenças causadas pela água contaminada e oferecer suporte emocional às famílias devastadas pela tragédia. A telemedicina, viabilizada pelas tecnologias de comunicação, permitiu consultas e acompanhamentos sem a necessidade de presença física, o que foi crucial nesse cenário de calamidade.
Benefícios da Telemedicina
Desde a pandemia de Covid-19, o Conselho Federal de Medicina (CFM) permite o atendimento remoto, destacando os benefícios de manter pacientes, especialmente os de grupos de risco, protegidos em casa. As consultas online não só desafogam o sistema de saúde, como também ampliam a oferta de especialistas e possibilitam atendimentos em comunidades remotas ou em situações de emergência, como as enfrentadas no Rio Grande do Sul.
Compromisso com o Desenvolvimento Sustentável
A Rede de Farmácias São João, maior empresa do segmento no Sul do Brasil e 4ª maior rede varejista de medicamentos do país, conforme ranking da Abrafarma, demonstra um compromisso contínuo com as melhores práticas de ESG (Environmental, Social, and Governance). Com mais de 1100 lojas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a São João valoriza a diversidade, a pluralidade e o incentivo à inclusão social, reforçando sua missão de desenvolvimento sustentável nas áreas ambiental, social e financeira.
Metade dos distúrbios mentais se manifestam aos 14 anos, sendo muitos casos subdiagnosticados e não tratados, conforme alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS). É vital que pais e educadores estejam atentos aos primeiros sinais e sintomas, pois o não tratamento durante a adolescência acarreta sérias consequências na vida adulta.
Os Desafios da Adolescência e a Influência na Saúde Mental
O período entre os 10 e 19 anos representa uma fase crucial na vida, marcada por importantes transições, como mudanças escolares, saída do lar e início da vida acadêmica ou profissional. Enquanto para alguns essa etapa é de alegria, para outros pode ser repleta de estresse e ansiedade, podendo desencadear problemas de saúde mental se não forem reconhecidos e tratados adequadamente.
Fatores que Contribuem para Doenças Mentais na Adolescência
Além das mudanças naturais da adolescência, outros fatores podem desencadear problemas de saúde mental, como o uso extensivo de tecnologia e a exposição a conflitos, desastres naturais e epidemias. Promover o bem-estar psicológico e proteger os jovens de experiências adversas são medidas cruciais para garantir um desenvolvimento saudável, com impacto positivo não só na adolescência, mas também na vida adulta.
Determinantes da Saúde Mental na Adolescência
Durante a adolescência, é fundamental desenvolver hábitos sociais e emocionais saudáveis, como a prática regular de exercícios físicos, a manutenção de uma higiene do sono adequada e o desenvolvimento de habilidades para lidar com problemas e emoções. O apoio da família, da escola e da comunidade também desempenha um papel crucial na proteção da saúde mental dos jovens.
Fatores de Risco para Doenças Mentais
Diversos fatores podem aumentar o risco de problemas de saúde mental na adolescência, como a busca por maior autonomia, pressão dos colegas, questões de identidade sexual, uso indiscriminado da tecnologia, violência familiar e bullying, dificuldades socioeconômicas e discriminação. Certos grupos, como adolescentes com doenças crônicas, deficiências ou pertencentes a minorias étnicas ou sexuais, são ainda mais vulneráveis e exigem atenção especial.
Importância da Promoção e Prevenção
A promoção da saúde mental dos adolescentes começa com a conscientização sobre a existência desses problemas e a compreensão dos sinais precoces. Pais e educadores desempenham um papel fundamental na identificação e no apoio aos jovens em risco. Além disso, investimentos governamentais em programas abrangentes e baseados em evidências são essenciais para conscientizar, promover e proteger a saúde mental dos adolescentes.
Estratégias de Promoção e Prevenção
Intervenções individuais e em grupo, apoio familiar, mudanças nas escolas para criar ambientes psicologicamente seguros, treinamento para profissionais de saúde e educação sexual são algumas das medidas que podem ajudar a prevenir problemas de saúde mental na adolescência e promover o bem-estar geral dos jovens.
Investir na saúde mental dos adolescentes não só os ajuda a lidar melhor com os desafios da vida, mas também contribui para uma sociedade mais saudável e produtiva no futuro.